Sexta-feira, Setembro 04, 2009

Fechado para balanço

Terça-feira, Agosto 25, 2009

Chico e Mercedes

Chico, simples, de boa índole, pretinho, novo e sujinho; ainda estava aprendendo a andar com segurança, mas capaz de sair do lugar, só não fazia caminhos muito longos, ainda.
Um pouco mais crescidinho, ficou levemente mais ousado, porém esbarrava quando era hora de crescer na vida. Diante da oportunidade de subir, ele travava, arriava as quatro e PAN, ficava ali plantado, quase precisando de ajuda para conseguir seguir. Até que um dia, encontrou Mercedes.
Ela, experiente, muito mais madura do que ele, cheia de pose, pompas, brilhos e luz, toda no couro, seguia a vida no maior agito, na maior correria também.
Chico e muitos outros estavam, um dia próximos à Mercedes, mas foi Chico que ficou logo ali em frente dela, encantado com sua beleza, se distraiu um pouco, mas seguiu para não dar muita bola, afinal, ambos eram iguais.... ou quase... de qualquer forma, não é bom se desvalorizar e supervalorizar o outro. Só por que ela era Mercedes? Até parece.
Mas a vida prepara dessas coisas e Chico teve um desafio, era necessário crescer, seguir adiante e não houve chance de voltar, porque Mercedes estava praticamente COLADA nele, o forçando a seguir adiante a qualquer custo. Foi olhando para seus olhos redondinhos e brilhantes que ele, moço bondoso, aprendeu a confiar em si e seguir para o alto, sem titubear, sem sequer parecer que iria voltar.
Chico virou gente grande e seguiu a vida, muito grato à maravilhosa Mercedes.
Obs: Devaneio puro de quem dirigiu morro acima, em seu Fox (Chico Carvalho Mingau), em frente da Mercedes mais linda vista na vida.

Segunda-feira, Agosto 10, 2009

Erros de Português

Meus erros de Português que nenhum revisor dará jeito...
Incrível como eles estão por toda parte da minha vida.
Nem só um, nem só dois, e sei bem não pararei no três, porque pareço viver uma fase errante.
Deslizo nessas gafes na empresa, também não fui muito correta na faculdade, sobrou até para encontro de amigos.
Estou alastrando meus males por onde passo, pelo que posso perceber, e sempre o mau Português.
Espero que isso não seja contagioso, apesar de acreditar ter pego de alguém... A Amiga. MALDITA influência alheia que sempre me afeta.
Se não fica tão evidente é porque tudo parece colaborar. As letras dos meus erros de Português, ou até eles mesmos, pulam de um lado para o outro e organizam-se deixando a escrita, a vida, do jeito que têm que ser.
SALVEM, SALVEM as correções automáticas.
Por não ser Guimarães Rosa, a mim não foi dado o direito de criar o novo nessa praça, então terei que andar pelos dicionários já consagrados e ser ortodoxa ao criar meu próximo conto.
Se ao menos eu fosse Pessoa, neste caso o Fernando.
NÃO, NÃO, por mais que eu ame Pessoa ele é outro, NÃO.
Preciso mesmo é exercitar meu inglês, quem sabe assim consiga ter êxito nessa jornada.